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Posts de Outubro, 2008

Por Angelita Corrêa Scardua
Quando recorremos à psicologia para tentarmos explicar a experiência humana como um fenômeno integral – isto é, interpretar a condição humana como uma confluência de eventos subjetivos e objetivos – é possível pensar que os recursos psicológicos que desenvolvemos para nos adaptarmos ao mundo externo são, em parte, resultado da projeção de [...]

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Angelita Corrêa Scardua
Há muitas diferenças na forma como pessoas de diversas faixas etárias lidam com a religiosidade.
 
Segundo Mauro Martins Amatuzzi(2000), podemos entender o desenvolvimento religioso relacionando-o com as fases do desenvolvimento pessoal. Assim, de forma simplificada, para a criança a questão religiosa só existe no núcleo familiar, sendo que a religião da família começa [...]

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Imagem: William Blake

 
Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha
Para Jung, a religião era uma atitude da mente, (…)Em suas palavras:
“Poderíamos dizer, então, que o termo ‘religião’ designa a atitudepeculiar a uma consciência, que foi mudada pela experiência do numinoso”(Jung, 1971f: CW 11i, par. 9).
Assim sendo, pode-se compreender que o conceito de religião não é [...]

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Imagem: William Blake
 
Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha
Retomando a questão das imagens mítico-religiosas,das quais a alma humana careceria, Jung as expõem como manifestações psíquicasque representariam a essência da alma:
“A construção primitiva do espírito não inventa os mitos, ela os vivencia.(…) Os mitos, (…), têm um significado vital. Eles não apenas representam, mas são [...]

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Imagem: William Blake
 Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha
Sobre o numinoso e o sagrado, pode-se afirmar, no contexto junguiano, que representam o divino incompreensível e, ao mesmo tempo, revitalizados como força que desperta sob a forma de confiança e pavor. Para Jung, estas manifestações guardam em si aspectos duais, pois:
“(…), se comprovo que a [...]

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