Dados Psicobiológicos Sobre Comportamento Sexual

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I. Na grande maioria das espécies animais (no qual se inclui a espécie humana) ocorre uma diferença de investimento parental entre os sexos, normalmente com maior investimento por parte da fêmea. Tal facto levará, segundo a teoria de Robert Trivers, à adopção de diferentes estratégias de acasalamento.

II. O sexo que mais invista terá vantagem ao escolher o parceiro de modo criterioso, de forma a assegurar a qualidade genética da sua descendência. Tenderá assim a seguir uma estratégia monogâmica. O sexo que menos invista terá vantagem em aproveitar todas as oportunidades de cópula que lhe surjam, pelo que adoptará uma estratégia poligâmica.

III. A monogamia masculina só ocorrerá em situações em que a vantagem em termos de descendência seja maior do que a conseguida ao seguir estratégias poligâmicas. Tal é o caso das aves que, devido à necessidade constante de proteção primeiro do ovo e depois da cria, são forçadas a partilhar tarefas.

IV. Devido às diferenças nas estratégias de acasalamento, os padrões de atração serão diferentes entre os sexos. As fêmeas procurarão machos com indícios de boa qualidade genética (indicada maioritariamente pela atratividade e estatuto social) e os machos procurarão fêmeas com sinais de fertilidade (atrativas e jovens). A procura da juventude feminina é exclusivamente humana e a atratividade parece-se reduzir-se à indicação de saúde. Os critérios de seletividade da fêmea são extremamente diferenciados, desde a atratividade física; ao estatuto social (definido pela dominância dentro do grupo); a situações em que parece difícil estabelecer o critério de seleção ou este nem sequer chega a existir As fêmeas também acasalam com machos de baixo estatuto.

V. Relativamente à espécie humana, que corresponde à descrição de espécie poligâmica, as mulheres procurarão homens ricos e dominantes e os homens procurarão mulheres jovens e bonitas.

VI. As diferentes estratégias sexuais condicionam o comportamento dos indivíduos. Os machos tenderão a ser mais agressivos e a procurar a competição com outros machos com eventual monopolização das fêmeas em haréns, são mais sensíveis ao estatuto e a questões de dominância.

VII. Os homens são mais promíscuos, têm limiares de excitabilidade mais baixos e consentem mais rapidamente em relações sexuais do que as mulheres. Influência de factores culturais ainda não devidamente estudados.

VIII. As mulheres, apesar de adoptarem uma estratégia predominantemente monogâmica quando cometem infidelidades fazem-no com homens que sejam considerados geneticamente superiores aos atuais companheiros (mais atraentes e com mais poder econômico) mas procurando manter os companheiros que lhes asseguram cuidados parentais.

I. Na maioria dos animais existe uma assimetria de investimento reprodutivo entre os sexos. Os custos de reprodução mais elevados estão normalmente associados às fêmeas não só pelo maior tamanho das suas células sexuais (disparidade por anisogamia celular) como por, no caso dos mamíferos, estarem encarregues do desenvolvimento inicial do embrião e da sua amamentação durante os primeiros tempos de vida. Por este motivo, e de acordo com a teoria de investimento parental de Robert Trivers, as fêmeas ganham em escolher criteriosamente os machos com quem acasalam. Por sua vez, os machos, em que o investimento parental se reduz, habitualmente, ao fornecimento de esperma têm maior vantagem em aproveitar todas as oportunidades de cópula, que se podem mais provavelmente traduzir em reprodução. Tal aconteceria mesmo nos casos em que o macho tem de prestar cuidados à descendência, caso em que haveria tendência para acasalamento estável pautado por cópulas extra-par.

II. Isto apontará naturalmente para diferentes estratégias de acasalamento. Os mamíferos ao terem fêmeas auto-suficientes adoptaram maioritariamente estratégias poligâmicas. As aves, devido à constante necessidade de proteção das crias (um dos progenitores tem que estar sempre no ninho) e ao seu rápido desenvolvimento são obrigadas a serem ambas prestadoras de cuidados. Adoptaram pois estratégias predominantemente monogâmicas. Há, contudo, casos em que os machos de espécies monógamas em situações de abundância de recursos adoptam estratégias poligâmicas, cuidando de duas famílias em simultâneo.

Há diversas excepções importantes não previstas por esta premissa, nomeadamente o não ter em conta a infidelidade feminina que, mesmo nas espécies ditas monógamas, é extremamente freqüente. Em andorinhas, uma em cada três crias não são filhas do suposto pai. Há ainda o caso dos bonobos e dos chimpanzés que são grupos promíscuos, embora estes últimos ainda com hierarquias de dominância e conseqüente acesso às fêmeas. A mesma regra do investimento parental aplica-se-lhes mas, apesar disso, os critérios de seletividade das fêmeas não só não são óbvios como não são os esperados. As fêmeas acasalam com machos de baixo estatuto e, supostamente, de inferior qualidade genética:

… as bonobo fêmeas são positivamente ninfomaníacas nos seus hábitos. Fazem sexo à mais pequena sugestão e numa grande variedade de maneiras (incluindo a oral e a homossexual) e são sexualmente atraentes para os machos durante longos períodos. Uma jovem bonobo que chega a uma árvore onde estão outros elementos da espécie a alimentar-se acasalará primeiro com cada um dos machos de cada vez – incluindo os adolescentes – e só depois é que irá comer (…) A melhor estratégia para o bonobo macho com intenções de obter a eternidade genética é comer os seus vegetais, ter uma boa noite de sono e preparar-se para a um longo dia de relações sexuais.” (Ridley, 1993)…(…)

III. (…)Nos mamíferos a fêmea é sempre auto-suficiente no cuidado à cria e, contudo, existem vários acasalamentos monogâmicos. Um exemplo atual é o gibão, primata exclusivamente monógamo. Os gibões são de pouca ou nenhuma utilidade no cuidado às crias e seriam capazes de defender até cinco territórios de fêmeas, pelo que poderiam adoptar uma estratégia polígama, como os orangotangos, mas contudo não o fazem.

Outra espécie interessante é o ser humano. No período Plistocênico, a fêmea, tal como todos os mamíferos, seria auto-suficiente na criação dos filhos e, contudo, existem indícios de estabelecimento de casamentos monogâmicos. As grandes culturas poligâmicas surgiriam apenas mais tarde na época dos grandes impérios, e durante um período de cerca de 4 mil anos. O rei da Babilônia Hamurábi tinha milhares de mulheres escravas à sua disposição. No império Inca, o rei-sol Ataualpa mantinha mil e quinhentas mulheres espalhadas por todo o reino. Mas mesmo assim pareceria haver uma certa obsessão pelo casamento monogâmico. Recorde-se que todos os imperadores e reis, independentemente do número de concubinas que tivessem, mantinham apenas uma esposa oficial; uma mulher que destacavam acima das outras, sempre pertencente a uma casta elevada e que era a única fornecedora de herdeiros legítimos.

Retomando a questão inicial, no Plistocênico, a monogamia não poderia ser apenas determinada, neste caso, por questões de sucesso reprodutivo. Tem sido argumentado que tal ocorre porque uma homem nesta época, devido à escassez de recursos, nunca seria capaz de sustentar mais do que uma ou duas mulheres mas uma outra explicação mais plausível está relacionada com a organização social. O estabelecimento de uma sociedade monogâmica permite uma melhor distribuição de recursos (aqui, recursos sexuais) e conseqüente diminuição de conflitos e, numa situação de difícil sobrevivência, a cooperação entre os elementos da sociedade é de extrema importância. Um sistema polígamo obriga a que muitos dos machos fiquem sem oportunidade de acasalarem, situação que, por certo, não lhes será de todo muito agradável. Em muitas sociedades, aliás, um homem solteiro é visto como um perigo à estabilidade. Como apoio a esta hipótese, verificou-se que períodos históricos em que um determinado chefe ou imperador necessitava de conquistar aliados e, portanto, a coesão social era mais importante, estavam correlacionados com leis mais restritivas em relação à poligamia.

Para além disso, é importante lembrar que as mulheres não serão obviamente meros espectadores passivos nesta história e a monogamia, para além dos simples problemas do ciúme e possessividade inerentes à situação da poligamia que levaria as fêmeas a preferi-la, beneficia em muito as mulheres pois permite-lhes providenciar um pai prestador de cuidados exclusivo. Não é ainda de negligenciar o papel extremamente ativo de muitas fêmeas no combate à poligamia, como se verifica em algumas espécies de aves que destroem os ninhos das suas rivais.

IV. A procura de juventude nas fêmeas parece ser um exclusivo humano. Qualquer macho de outra espécie animal não discrimina as fêmeas de acordo com a idade, achando-as sempre atraentes desde que estejam com o cio. Esta situação tem sido particularmente estudada em chimpanzés que, por vezes, até chegam a preferir as fêmeas mais velhas em detrimento das mais novas. Já a atratividade feminina parece reduzir-se a simples indicação de saúde e mesmo assim não ocorre em todos os machos animais, sendo que os machos mais seletivos são os das espécies com acasalamento monogâmico. Os critérios de boa qualidade genética para as fêmeas são extremamente diferenciados. Um dos critérios é a simples atratividade física (…) (Prof. Dr. César Ades, Conferência Comunicação Animal: do sinal ao símbolo, ISPA, Abril de 2005).

Parecem existir igualmente efeitos de moda na escolha de machos: os machos mais requisitados inicialmente por algumas fêmeas tendem a ter maior sucesso reprodutivo posterior. Tal é o caso dos pavões ou dos peixes guppy. Nestes espécies fez-se uma experiência interessante em que foi permitido às fêmeas ver dois machos: um sozinho e outro que estava a cortejar outra fêmea. Invariavelmente, as fêmeas escolhiam o macho que estava a cortejar a fêmea mesmo que, na altura, ela já não estivesse presente. Outro critério de seleção é a escolha do macho dominante de um determinado grupo. A questão é curiosa pois o processo habitualmente inicia-se com o agrupamento aleatório das fêmeas em determinados territórios, o que atrai posteriormente os machos que lutam entre si pelo direito a acasalar. Pareceria que as fêmeas escolheram o território mais do que o macho, que vem por acréscimo. Ainda outro exemplo vem dos perus australianos em que a fêmea escolhe o ninho que mais lhe agrada e conseqüentemente acasala com o macho que o construiu. Parece outra vez notar-se aqui mais uma escolha de “melhor ninho para os ovos” do que uma escolha direta do macho. Até porque, apesar de a fêmea acasalar com o macho, cerca de metade dos ovos de que este acaba por cuidar nem sequer são seus. (…)

V. A nossa espécie, curiosamente, apresenta todas as formas de acasalamento, sendo, contudo, a poligamia a culturalmente mais freqüente. Argumentos a favor da poligamia como característica da espécie humana são as diferenças de maturação sexual, a maior agressividade no macho, a noção universal de macho viril, as diferenças de excitabilidade (menor limiar de excitabilidade nos homens), os diferentes factores de atração entre os sexos e as diferenças no ciúme (tal como encontrado nos estudos de David Buss).

Os homens amadurecem mais tarde do que as mulheres. Tal ocorreria porque, visto que têm de competir entre si por poder e pelas mulheres, os homens teriam vantagem em atingir um tamanho suficiente para defrontar os seus rivais enquanto que as mulheres teriam vantagem em engravidar o mais cedo possível, para garantir um maior número de descendentes. Estudos indicam ainda que os homens são mais sensíveis a questões de dominância do que as mulheres, logo desde a infância.

Os factores de atração entre homens e mulheres também diferem, sendo que estas valorizam sobretudo o estatuto e a riqueza e os homens valorizam o aspecto físico e a juventude. Numa sociedade com dominância masculina não é de estranhar que as fêmeas procurem machos dominantes, como possível meio de aumentar o seu próprio estatuto. Tal facto é ainda mais pertinente em sociedades em que a exclusão das mulheres da vida pública e profissional é uma realidade. A única maneira de subir de estatuto neste tipo de organização social é, de facto, tentar o casamento acima da sua classe. Não admira então que sejam estes os homens mais desejados.

A questão é difícil de distinguir porque embora a tendência das mulheres pudesse ter sido originalmente a de escolher machos dominantes também é verdade que esse foi o estado natural de organização social ao longo do tempo, pelo que as mulheres também teriam sofrido adaptações para procurar esse tipo de características. Contrariando esta idéia, verifica-se atualmente que, em sociedades em que as mulheres são economicamente independentes, a menção da importância da riqueza e poder nos homens tem vindo a decair. Contudo, esta situação ainda não está devidamente estudada. Para além disso, e apesar dos estudos demonstrarem que estas diferenças são universais, as características referidas surgem ainda muito atrás de outras.

Consistentemente, e tal como tem sido como demonstrado por estudos na área da Psicologia Social, ambos os sexos privilegiam de igual modo parceiros divertidos, alegres e criativos. Parece haver uma inversão de papéis em algumas mulheres poderosas que começam a ter preferência por homens jovens e bonitos. São históricos os casos de Cleópatra, de Catarina, a Grande ou, mais recentemente, da pintora Frida Kahlo, neste caso uma mulher não só pouco atraente como doente. Em virtude de uma acidente eléctrico quando jovem ficou para sempre com uma perna atrofiada e diversos problemas de coluna e costelas que a obrigaram a uma série de operações cirúrgicas ao longo da vida. Apesar disso, manteve diversos relacionamentos (heterossexuais e homossexuais) desde o pintor e marido Diego Rivera, ao famoso fotógrafo Nickolas Muray, a Leon Trotsky.

VI. Nem sempre existe uma competição inter-machos por fêmeas. É regra comum o rapto de fêmeas de golfinho por alianças entre machos, tal como referem Richard Connor e Rachel Smolker (…).

Esta situação ocorre também entre seres humanos. Entre os Lele dos Congo, os homens só se casam bastante tarde. Como meio de escapar a esta restrição sexual, os homens organizam-se em grupos e procuram uma mulher, frequentemente por rapto, que terá livremente sexo com eles. Também nos bonobos, como já foi referido, as fêmeas são partilhadas por vários machos.

Como se pode explicar esta estranha cooperação entre indivíduos que estão a competir por assegurar a sua descendência? Até agora a única explicação consistente, mas nem por isso convincente, é a teoria da competição de esperma que parte da idéia de que a luta ocorre ao nível do esperma dos machos e não entre os machos. São vários os estudos que parecem apoiar esta idéia. Um dos principais é um estudo comparativo do tamanho dos testículos de diferentes espécies. Verificou-se que em espécies com sistemas de haréns fixos (como no caso dos gorilas) ou espécies estritamente monógamas (como o gibão) estes eram de reduzidas dimensões, sendo igualmente reduzida a quantidade de esperma despendida em cada ejaculação. Tal ocorreria porque o macho teria a certeza de que as fêmeas só seriam fecundadas por si. O tamanho dos testículos e a quantidade de esperma produzida aumenta progressivamente consoante o maior grau de promiscuidade dentro de um grupo. Os chimpanzés possuem testículos de grandes dimensões, segundo a teoria, para compensar a possibilidade das fêmeas já terem acasalado com outros machos. São dados ainda outros exemplos, nomeadamente o facto de que os casais animais (seres humanos incluído) que passam mais tempo longe um do outro têm cópulas mais freqüentes do que os que estão sempre juntos.

Contudo, não seria bastante mais fácil e seguro (em termos de assegurar uma descendência) tentar monopolizar uma fêmea do que envolver-se em intrincadas guerrilhas de espermatozóides? Quanto muito, as teorias de competição de esperma fazem sentido como forma de diluir os efeitos da infidelidade feminina e não para dar resposta ao problema da ausência de competição entre os machos ou promiscuidade entre fêmeas. A competição por estatuto também não é um exclusivo masculino, ocorrendo frequentemente entre fêmeas. Há muitos grupos animais em que o poder pertence às fêmeas:

alguns primatas, hienas, elefantes, etc., ocupando os machos um lugar secundário ou então coexistem duas hierarquias distintas, uma feminina e uma masculina, também com lutas de poder entre as fêmeas (caso dos chimpanzés). Como se pode explicar este facto se o estatuto feminino de nada importa aos machos (não é uma característica de atração ou seleção por parte destes) e teria surgido nestes apenas como forma de determinar o acesso às fêmeas?

VII. Estas diferenças apesar de pareceram ter um fundo de verdade são muito influenciadas por factores culturais. Num estudo de David P. Schmitt, sobre diferenças no desejo sexual, verificou-se que em regiões como a Ásia Oriental e África, os homens, em média declaravam que só teriam sexo com uma mulher que conhecessem há, pelo menos, três meses ou um ano, respectivamente. Em comparação, para as mulheres americanas o intervalo era de um mês.

Não deixa de ser interessante ou de lamentar a falta de discussão e integração teórica dos resultados obtidos nestes estudos que se parecem limitar mais a uma mera exposição de dados estatísticos. Algumas provas da influência de factores sociais já têm sido mostradas por outros estudos como o Janus Report que, pela primeira vez, estabelece uma comparação entre hábitos sexuais de homens, mulheres de carreira (que teriam não só diferentes concepções da vida mas também maiores oportunidades de contacto sexual) e mulheres sem atividade profissional. Os resultados são, sem dúvida, dignos de nota, com as mulheres de carreira a apresentaram padrões de resposta mais semelhantes aos dos homens em questões como a aceitação de sexo ocasional ou freqüência de masturbação.

Do mesmo modo, os estudos pecam muito ainda por não tomarem em consideração algumas diferenças já conhecidas nas respostas femininas e masculinas a questionários, como o facto de, mesmo em caso de total anonimato, os homens quando questionados acerca do número de parceiros sexuais que já tiveram tenderem a exagerar o número e as mulheres a diminui-lo. Tal poderá ocorrer não necessariamente por uma necessidade de ostentação masculina ou falso pudor feminino mas por diferentes concepções de parceiro sexual. É normal as mulheres não contarem como parceiro sexual alguém com quem, por exemplo, tenham tido apenas sexo oral estando a sua definição mais ligada à relação sexual completa com penetração.

VIII. Apesar de seguirem estratégias predominantemente monógamas, as infidelidades femininas também existem. Tal tenderia a ocorrer com homens atraentes e de mais recursos (suposta melhor qualidade genética) do que os atuais parceiros. Haveria uma estratégia de tentativa de obtenção de uma descendência geneticamente superior mas assegurando um pai prestador de cuidados. Como prova disso surge o estudo de Mark Bellis e Robin Baker em que se verificou que as mulheres que eram infiéis, inconscientemente praticavam mais sexo com os amantes nos seus períodos férteis.

Segundo outros estudos, as mulheres parecem enganar os maridos apenas quando estão descontentes com a relação, pelo que procuram que a relação seja emocionalmente rica perspectivando uma eventual troca de parceiro. De acordo com o Janus Report mais de um terço dos homens e mais de um quarto das mulheres admitem ter tido relações extraconjugais mas estas relações contam para menos de um quarto de todos os divórcios. A causa mais comum de divórcio entre as mulheres continua a ser os problemas emocionais (…).

Também ainda não é realmente conhecida a veracidade das afirmações de que as mulheres cometem infidelidades com “homens geneticamente superiores”. De facto, os estudos de Psicologia Social prevêem que o surgimento das relações amorosas seja influenciado por diversos outros factores.

FONTE: Pedro Amaral

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