A Sombra nos Arquétipos do Masculino Maduro

Saturno” por Peter Paul Rubens (1577-1640)

Excerto de “Sofrimentos da Alma Masculina: aspectos psicopatológicos do homem numa visão arquetípica”

*Por Humberto Oliveira

3.1 – Introdução

Robert Moore, analista junguiano e pioneiro no movimento masculino e Douglas Gillette sustentam que a masculinidade amadurecida não é agressiva, dominadora nem grandiosa, mas sim geradora, criativa e fortalecedora em relação a si mesma e aos outros. Em seu livro Rei, Guerreiro, Mago, Amante, eles apresentam os quatro arquétipos principais do masculino. Eles apontam que a história do desenvolvimento de cada homem é, em grande parte, a história do seu fracasso ou seu sucesso em descobrir dentro de si esses aspectos da masculinidade madura. Considerando o relacionamento entre a Sombra e cada um destes Arquétipos, Moore e Gillete apresentam uma espécie de tipologia do sofrimento e percalços da alma masculina. Levam em conta as Sombras do Arquétipo do Rei (O Tirano e o Covarde), do Arquétipo do Guerreiro (O Masoquista e o Sádico), do Arquétipo do Mago (O Manipulador e o “Inocente” Negador) e do Arquétipo do Amante (O Viciado e o Impotente).

3.2 – A sombra no arquétipo do rei: o tirano e o covarde

Segundo a teoria dos arquétipos do masculino amadurecido, a estrutura da Sombra apresenta-se sempre numa característica bipolar: passiva-ativa. Denominam-se de Covarde o pólo passivo do Rei da Sombra, e de Tirano o pólo ativo. (…). O aspecto Tirano odeia, teme e inveja o que é novo na vida, percebe o novo como uma ameaça ao próprio reinado, ao controle; não se sente seguro da própria capacidade geradora e da ordem pessoal interior – as estruturas do Self. (…)

O Tirano é aquele que explora e maltrata os outros, ele é cruel, não tem piedade e não é sensível quando está em jogo algo que seja do seu interesse pessoal. O homem “tirano” recusa a beleza, a inocência, a força, o talento, a energia vital. Teme o contato com o que falta em sua estrutura interior e aterroriza-se ao aproximar-se da sua própria fraqueza oculta e da sua impotência latente. Na história pessoal da formação do Rei da Sombra, o pai Tirano costuma atacar a alegria, a força, a capacidade e a vitalidade de seus filhos. O Senex Tirano teme a juventude do Puer, teme qualquer nova maneira de ser, teme a vida nova que brota através dele, “e quer matar tudo isso”. Desvaloriza os interesses dos filhos, de suas esperanças e de seus talentos. Ignora suas vitórias, seus feitos escolares, suas tristezas e desapontamentos.

Em muitas situações, esses ataques ultrapassam a indiferença ou até mesmo as agressões verbais ou psicológicas; às vezes se tornam maus-tratos físicos, palmadas, surras, agressões sexuais. “O pai possuído pelo Tirano pode explorar sexualmente a fraqueza e vulnerabilidade de suas filhas e até de seus filhos.” (Moore & Gillette, 1993:65). Outro aspecto da manifestação do Tirano, no homem, “podemos vê-lo agindo a maior parte do tempo em certas configurações da personalidade, mais notadamente nos chamados distúrbios narcísicos. Essas pessoas realmente acham que são o centro do universo (embora elas mesmas não estejam centradas) e que os outros existem para servi-las. Em vez de espelhar os outros, elas querem que os outros as espelhem. Em vez de ver, querem ser vistas.” (Moore & Gillette, 1993:66). O homem que é possuído pelo Tirano, torna-se bastante suscetível à críticas, mesmo quando aparenta uma resposta agressiva e ameaçadora diante dela. A rigor, ele sente-se fraco e esvaziado e não expressa essa condição. A camada emocional que mais aparece é a da raiva. Os sentimentos de tristeza, mágoa, insignificância, vulnerabilidade e fragilidade estão mais reclusos, num outro pólo do sistema da Sombra do Rei: o do Covarde. Este outro pólo diz respeito ao fato de, em não podendo se identificar com a energia do Rei, partir-se para um nada.

O pólo passivo da Sombra do Rei tem ânsia pelo espelho, pelo “Adorem-me!”, pelo “Vejam como sou importante!”. Isso é a base emocional para as explosões de ira e para os ataques na direção de quem é considerado frágil, isto é, naquelas direções nas quais projeta a sua própria covardia. Ao homem organizado a partir do Covarde, e por não poder encontrar-se facilmente com as experiências de centramento, de calma e de segurança interiores, advém a desconfiança. Essa desconfiança, dependendo do enquadre psicossocial em que está relacionada, transforma-se em paranóia. Em função da dinâmica bipolar da Sombra, o homem tem realmente o que temer, já que a sua atitude opressiva e cruel gera incômodos em outros que podem desejar pagar na mesma moeda.

Para Moore e Gillette, há modelos arquetípicos infantis subjacentes aos modelos arquetípicos adultos. Ao Arquétipo do Rei corresponde, na infância, a grandiosidade da Criança Divina. E desde lá, a Sombra do Tirano surge, vivida como o “Tirano da Cadeirinha Alta”. É próprio da Criança Divina, como o Menino Jesus, querer e precisar ser amado, inclusive pelos reis. Os pais precisam estar atentos para poder proporcionar à criança a experiência de “adoração” suficientemente boa, acompanhada de uma afirmação adequada, com a intenção de facilitar a descida dos filhos da “cadeirinha alta” sempre que necessário. Os pais nem sempre podem ajudar a seus bebês a se humanizar aprendendo paulatinamente a se desidentificar com a Criança Divina. O menino terá tendência a resistir à perda do trono de “Sua Excelência o Bebê”; mas tomara que encontrem uma perseverança amorosa por parte dos pais na direção de “baixar-lhe a crista”!

Outra vivência comum da infância, é aquela em que o menino, desde o início, é maltratado e atacado na sua grandiosidade e glória. Nesse caso, o menino “Criança Divina/Tirano da Cadeirinha Alta” pode sofrer um corte e um afundamento rumo ao inconsciente. É aí que vira presa do poder do “Príncipe Covarde”. Adultos que parecem frios, racionais e simpáticos, e subitamente transformam-se numa pessoa totalmente bruta e primitiva, estão agindo predominantemente sob a égide do Covarde. Sob as enormes pressões do mundo, esse homem pode tornar-se o homem cujo o poder corrompe.

3.3 – O guerreiro da sombra: o sádico e o masoquista

Dentro da Teoria da Redescoberta dos Arquétipos Masculinos, o distanciamento que o indivíduo venha a fazer da energia do Guerreiro nas relações humanas traz para ele perturbações importantes. Há muito sofrimento no caminho desse afastamento vivido a partir da Sombra bipolar do Guerreiro. “(…) o homem sob a influência do Guerreiro precisa com urgência ter a mente e os sentimentos sob controle: não reprimidos, mas sob controle. Senão a crueldade se esgueira pela porta dos fundos, quando ele não está olhando.” (Moore & Gillete, 1993:86)

Pode-se encontrar dois tipos de crueldade, uma fria e outra com paixão. (…) Outro tipo de crueldade é a do Sádico apaixonado. (…) Este tipo de crueldade diz respeito ao Guerreiro com o espírito vingativo, especialmente quando se sente muito assustado ou aborrecido. É a conhecida “sede de sangue” masculina; “sede” que os domina nas situações estressantes de combate, de confrontos, de grande exigência e necessidade de autocontrole. (…) Há uma relação entre a crueldade do Guerreiro sádico e a energia do Herói; há até mesmo semelhanças entre o Guerreiro da Sombra e o Herói. Há na experiência do Guerreiro da Sombra adulto a repercussão da insegurança do adolescente, da emotividade violenta e do desespero do Herói ao confrontar o poder feminino absorvedor. Aqui, há uma tendência à constelação do pólo masoquista da Sombra do Herói. O homem possuído pela bipolaridade do Guerreiro da Sombra não pode afirmar-se legitimamente quanto a sua posição fálica, precisa avançar na luta contra a energia feminina e contra tudo o que lhe parece ´suave` e afetivo. Na verdade, sente-se aterrorizado com o risco de ser engolido pelo feminino e por isso passa a agir com brutalidade insensível.

Vemos esse Guerreiro destruidor no ambiente de trabalho sempre que um chefe humilha, atormenta e despede injustamente. Vemos sempre nos maltratos de subordinados. Vemos nos lares, o Sádico que espancam mulheres e crianças. Em muitos momentos, o homem pode estar vulnerável ao Guerreiro Sádico. Podemos ver no conhecido distúrbio da personalidade compulsiva: os workaholics, por exemplo, são personalidades que agem no esforço, conseguem produzir muito, mas impulsionados por uma profunda ansiedade, a do desespero do Herói. Estar nessa posição implica numa percepção diminuída da própria estima; numa dúvida quanto ao que se deseja realmente, não sabendo o que faz falta e portanto também não fazendo contato com o que se precisa ter. O ataque a tudo e a todo mundo – inclusive a si mesmo – prepara um processo de vir a ser devorado vivo pelo Guerreiro Sádico, ser “queimado”. Se precisa admitir que não se está cuidando bem de si mesmo, que não se está cuidando do seu bem-estar físico e mental, é provável que tenha sido tragado pelo Guerreiro da Sombra.

Quando o indivíduo, por qualquer razão que seja sente-se obrigado a dar o melhor de si o tempo todo, uma vulnerabilidade ao sistema da sombra do Guerreiro vai se instalando. Quando não há segurança com relação à própria estrutura interior, engendra-se uma performance no mundo externo, à busca da sustentação da autoconfiança. O homem que se torna obcecado com o sucesso já é fracassado, e, de verdade, está tentando com isso reprimir o masoquista dentro dele, mas já revelando comportamentos masoquistas e autopunitivos.

(…) (…) (…)

3.4 – O mago da sombra: o manipulador e o “inocente” negador

Também para o Arquétipo do Mago, como em todas as outras formas de Arquétipos do masculino amadurecido, há o lado da Sombra. Como nos demais, trata-se do “Mago da Sombra bipolar”. (…) É do Mago da Sombra que nos vem os dias mais tenebrosos das Guerras Mundiais. O domínio da natureza, da tecnologia, a ciência da indústria bélica vem atacando cegamente; já sentimos há algum tempo seu resultado e já estamos com os relógios marcando o tempo que temos para recuperação. A política da Manipulação é o rosto atual do Mago da Sombra. O Mago da Sombra é uma Sombra do poder. O homem na Sombra do Poder não guia os outros por caminhos escuros; não se interessa em fazer iniciações graduais na direção de vidas melhores, mais felizes e satisfatórias. O Manipulador interessa-se em manobrar, em reter informações, em cobrar caro por qualquer pequena informação que dá, em demonstrar sua superioridade e o quanto ele sabe. Nas escolas, o Mago da Sombra nos professores teima em não orientar os jovens no avanço e no crescimento das habilidades diante do conhecimento, esses homens tendem a atacar seus alunos, a se opor ao entusiasmo juvenil.

Os advogados que tem acesso a um conhecimento tal que pode vir a acabar ou não com a vida de alguém; o terapeuta que esconde informações que o cliente precisa para melhorar seu estado,considerando-se mais sabedor do seu cliente do que o próprio; o anunciante que, através da manipulação em massa da psique do público pelos anúncios, favorece opiniões totalitárias; todos esses são homens sob o poder do Manipulador. Numa espécie de cínico distanciamento dos valores humanos e num abraço estonteante às tecnologias subliminares manipuladoras, magoam a si mesmo fundamentalmente, no que magoam aos demais. Este é o homem que se afasta da própria vida e não a vive, fica preso nos prós e nos contras, se perde num tortuoso conjunto de pensamentos, e de onde não saem facilmente.

Os homens dominados pelo Mago da Sombra temem a vida, temem “saltar para a batalha”, temem sair da caverna; só pensam. E o tempo passa e a esterilidade grassa. São voyeurs, “aventureiros da poltrona”. No medo de viver, reagem ao sofrimento de diversas maneiras e, ainda assim, não podem transformá-lo. Também as vivências prazerosas podem passar para eles sem que alimentem a genuína alegria e o sentimento de gratidão. Nunca estão interessados em compreender a presença do sofrimento, a trabalhar sobre si mesmos e ajudar os outros a criarem novas direções de desenvolvimento. E consequentemente também não se dedicam nunca ao exercício da reverência à força e à beleza que permeiam o viver humano, com a intenção de aquecer e avivar o próprio coração e os dos demais. Acabam, assim, isolando sua própria alma (…) Já o pólo passivo da Sombra do Mago, as forças do Ingênuo do Inocente, parte da “Sombra da Criança Precoce” e se torna o “Palerma”. Ele aspira o poder socialmente aprovado do mago, mas não se responsabiliza pelas ações necessárias para encetá-las. Nunca está interessado em fazer o esforço necessário para adquirir o poder de maneira construtiva, pelo contrário, tende a bloquear os outros,e a derrubá-los.

O Trapaceiro, o manipulador, o lado ativo do Mago da Sombra, prega peças, mente para mostrar a verdade. Já o Inocente, o ingênuo, o palerma, oculta a verdade para defender seu lugar precário. O Inocente é presa da inveja, inveja da vida. Atitudes comoventes, observações deflatoras, hostilidade diante de perguntas, acúmulo de perícia, destinam-se a encobrir uma irresponsabilidade e a inércia. O “pecado” da inércia e o da omissão, junto a motivos hostis revelam uma falsa ingenuidade, uma atitude traiçoeira e dissimulada.Eles jamais permitem o envolvimento com a energia do Guerreiro; mantêm, assim, um processo infindável de dúvidas quanto a quem realmente é o “pecador”.Esses pecados não toleram ser desafiados na sua inocência; apelam pra qualquer coisa que culpabilize o desafio; manipulam para permanecer Inocentes.

3.5 – O amante da sombra: o viciado e o impotente

Dentro do Arquétipo do Amante, o homem está sob a ação de uma energia potencial de vida e de bem-estar ,mas enquanto possuído pelo Amante da Sombra, essa energia gera destruição. O Amante Viciado se pergunta sempre: “Por que tenho que restringir a minha experiência sensual e sexual deste vasto mundo, um mundo que contém prazeres infinitos para mim?” (Moore & Gillette, 1993:129). O Viciado caracteriza-se pela sua desorientação, por achar-se perdido num mar de sentidos, qualquer sensação advinda do mundo convida-o para fora do centro de si mesmo. (…) As personalidades supostamente viciadas não conseguem parar de comer, beber, fumar ou usar drogas. Tende a viver pelo prazer do momento apenas, numa espécie de imobilidade inescapável. É o conhecido “pecado da sensualidade”. É o estado maya dos hindus, a dança da ilusão, o encantamento que condiciona a mente, aprisionando-a na polaridade dor/prazer. Desligar-se e distanciar-se dos próprios sentimentos, libertar-se de casamentos e relações destrutivas, é impossível. Viciam-se em relacionamento.

O homem no pólo ativo do Amante da Sombra está eternamente inquieto, está sempre procurando algo, sempre em busca de uma aventura, uma outra emoção. Quer ampliar as fronteiras, quebrar os limites da sensualidade, para apenas ser feliz. (…) Esses homens encantam-se com a beleza das partes femininas, mas não sentem a mulher como um todo físico e emocional, como uma unidade entre o corpo e a alma. Não encaram as parceiras como pessoas completas e o fato de que com elas poderiam, se pudessem, ter um encontro afetivo íntimo. Jamais buscarão, a não ser que desejem livrar-se da possessão da energia do Viciado, os movimentos no sentido de compreender a própria trajetória e de buscar saídas para os labirintos da vida emocional. Olhar para a riqueza inesgotável dos encontros humanos vividos ao longo da caminhada e descobrir que a esses vínculos devem a própria humanidade, será a única saída desse seu labirinto.

Sob o poder do Viciado, o homem se contorce e luta para sair do mundo. “Parem o mundo, que eu quero descer! Mas, em vez de tomar o único caminho que existe, ele se agita e piora a situação. Ele se debate na areia movediça e só faz afundar.” Ele busca o orgasmo pleno, máximo e para sempre. “Cada mulher que ele tem o faz confrontar-se com a mortalidade, a finitude, a fraqueza e as limitações dela, desfazendo-lhe assim o sonho de desta vez encontrar o orgasmo infindável – em outras palavras, quando o entusiasmo ilusório da união perfeita com ela (com o mundo, com Deus) se apaga, ele encilha o cavalo e sai em busca de renovação do seu êxtase. Precisa da sua ‘dose’ de alegria masculina. Precisa mesmo. Só não sabe onde buscar. Acaba procurando a sua ‘espiritualidade’ numa carreira de cocaína.” (Moore & Gillette, 1993:134)

(…) (…) (…)

Trata-se pois de um indivíduo-adulto-filhinho da mamãe, da mãe da infância. Esse homem ainda está no interior da Mãe, mas luta para sair. (…) Nesse sentido, se o desejo do “Filhinho da Mamãe” é bolir no que não pode, na mãe, atravessar as fronteiras do tabu do incesto, ele está mesmo precisando aprender a importância dos limites e muitas vezes de um modo muito difícil e doloroso. Sua falta de genuína masculinidade e de um esforço em relação à disciplina vão lhe criar muitos problemas, poderá acabar sempre abandonado. Ao contrário, mas na mesma perspectiva, o Amante Impotente vive sem emoções, esteril e monotonamente. É o conhecido estado psicológico do “afeto achatado”: falta de entusiasmo, de vitalidade, de vigor de continuidade. Pode sentir-se apático e entediado. (…). Estas pessoas “não se sentem ligados aos outros e sentem-se desligados de si mesmos. (…).” (Moore & Gillette, 1993: 136). Fenômenos dissociativos podem aparecer. A fala de si mesmo na 3a pessoa expressa uma irrealidade. A vida sexual desse homem pode se deteriorar; ele pode tornar-se sexualmente inativo. Desfaz-se em tédio, em falta de êxtase com a parceira, em ódio reprimido, em stress no trabalho, em inabilidade em relação a sua vida econômica, enfim, desfaz-se na sensação de estar sendo desvirilizado pelo feminino ou por outros homens em sua vida.

Leia o artigo na íntegra AQUI

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2 Respostas to “A Sombra nos Arquétipos do Masculino Maduro”

  1. Hermann Garbeto Nestlehner Says:

    Um artigo que nos remete realmente a pelo menos tentar olhar de frente para si mesmo. Podemos nos assustar, mas o susto passa se o encararmos, o dificil é não olharmos para o que nos causa tanto susto. Em algum “campo” algo esta quieto, escondido. Mas já é um grande movimento, olhar, olhar e olhar.

  2. neusa de almeida Says:

    Nunca li algo tão profundo, duro, sem metáforas e que me deixasse tão mexida, me forçando a olhar de frente para dentro de mim. Fiquei assustada e com esperanças pq de agora em diante sei o que preciso trabalhar em mim para tentar equilibrar esses arquétipos e ter uma vida menos angustiada.


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