Feliz Natal!!!

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Durante todo o ano corremos muito.

Por Angelita Scardua

Se parássemos um só minuto e prestássemos atenção à flexa inexorável do tempo veríamos que independentemente da nossa vontade as cidades se transformam, as árvores dão lugar a prédios e ruas, os amigos se mudam, as crianças crescem, nós envelhecemos…a vida segue seu curso. A vida se renova, mas esquecemos disso. Leia o resto deste post »

A Experiência Religiosa e a Vivência da Felicidade

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Por Angelita Corrêa Scardua

Quando recorremos à psicologia para tentarmos explicar a experiência humana como um fenômeno integral – isto é, interpretar a condição humana como uma confluência de eventos subjetivos e objetivos – é possível pensar que os recursos psicológicos que desenvolvemos para nos adaptarmos ao mundo externo são, em parte, resultado da projeção de conteúdos internos da nossa psiquê. Leia o resto deste post »

A Religiosidade e o Desenvolvimento Humano

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Angelita Corrêa Scardua

Há muitas diferenças na forma como pessoas de diversas faixas etárias lidam com a religiosidade.

Segundo Mauro Martins Amatuzzi(2000), podemos entender o desenvolvimento religioso relacionando-o com as fases do desenvolvimento pessoal. Assim, de forma simplificada, para a criança a questão religiosa só existe no núcleo familiar, sendo que a religião da família começa a ser apropriada através de símbolos (imagens sintéticas) que resumem seu significado. Leia o resto deste post »

Alguns Aspectos da Religião na Psicologia Analítica

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Imagem: William Blake

Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha

Para Jung, a religião era uma atitude da mente, (…)Em suas palavras:

Poderíamos dizer, então, que o termo ‘religião’ designa a atitudepeculiar a uma consciência, que foi mudada pela experiência do numinoso”(Jung, 1971f: CW 11i, par. 9).

Assim sendo, pode-se compreender que o conceito de religião não é defendidopor Jung no sentido dogmático ou teológico, mas como experiência religiosa dodivino ou transpessoal. A idéia não é se referir a um determinado credo ou auma confissão, mas à “atitude peculiar” produzida por uma consciência. Afirma: Leia o resto deste post »

Alguns Aspectos da Religião na Psicologia Analítica

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Imagem: William Blake

Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha

Retomando a questão das imagens mítico-religiosas,das quais a alma humana careceria, Jung as expõem como manifestações psíquicasque representariam a essência da alma:

“A construção primitiva do espírito não inventa os mitos, ela os vivencia.(…) Os mitos, (…), têm um significado vital. Eles não apenas representam, mas são a vida psíquica da linhagem primitiva e, uma vez perdida a herança mítica herdada dos antepassados, essa linhagem desmancha-se e sucumbe, assim como um homem que perdeu a alma. A mitologia de uma linhagem é sua religião viva. Sua perda representa sempre, mesmo no caso do homem civilizado, uma catástrofe moral. (…) Muitos desses processos inconscientes podem até ser provocados indiretamente pela consciência, mas nunca por uma arbitrariedade consciente. ” (Jung, 1976a: CW 9i, par. 261) Leia o resto deste post »

Alguns Aspectos da Religião na Psicologia Analítica

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Imagem: William Blake

Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha

Sobre o numinoso e o sagrado, pode-se afirmar, no contexto junguiano, que representam o divino incompreensível e, ao mesmo tempo, revitalizados como força que desperta sob a forma de confiança e pavor. Para Jung, estas manifestações guardam em si aspectos duais, pois:

“(…), se comprovo que a alma possui naturalmente uma função religiosa,e se levo adiante a idéia de que a tarefa mais distinta de toda a educação (do adulto) é tornar consciente o arquétipo da imagem divina e seus respectivos efeitos e difusões, a teologia vem sobre mim e tenta me dirimir do“psicologismo”. Se na psique não existissem grandes valores referentes à experiência (sem prejuízo do já existente antinomon pneuma ), a psicologia não me interessaria nem um pouco, já que a psique seria, então, nada mais que um deserto miserável. Mas com base em centenas de experiências sei que ela não é assim. Ao contrário, ela contém o correlato de todas aquelas experiências que formularam o dogma, e ainda mais alguma coisa que a torna capaz de ser o olho definido para ver a luz. (…) Acusaram-me de “deificação da psique”. Foi Deus,e não eu, quem a deificou! Não fui eu quem criou para a alma uma função religiosa. (…), somente expus os fatos que comprovam que a alma é naturalite rreligiosa , (…).” (Jung, 1971h: CW 12, par. 14).  Leia o resto deste post »

Alguns Aspectos da Religião na Psicologia Analítica

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Imagem: William Blake

Excertos de artigo escrito por Mauricio Aranha

(…) Para Jung, a instância que abriga a imagem divina na psique humana é o self. Este seria um princípio ordenador da personalidade capaz de conter todas as possibilidades do “vir a ser” heraclitiano; em outras palavras, dando significado ao símbolo.

(…) Assim sendo, pode-se inferir que tudo o que já foi manifesto nas escrituras bíblicas e nos dogmas cristãos possui correlato na função religiosa da psique, ou seja, são expressões do arquétipo religioso contido em cada pessoa. (…) Jung valoriza tanto o papel da religiosidade que chega a propor que os sistemas religiosos deveriam se ocupar de questões da psique, sendo então “sistemas psicoterapêuticos”. No entanto, o que se torna evidente é que a religião atua contrariamente a este posicionamento, tendo em vista que sua direção se volta para o objetivo de“proteger” as pessoas das possíveis experiências religiosas direta, pois sua abordagem se faz em nível de “confissão”. Leia o resto deste post »