Psicologia do Design de Interiores: em busca de uma arquitetura da felicidade

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A Psicologia do Design de Interiores é um ramo recente da Psicologia Ambiental. Baseia-se em resultados de pesquisas científicas e em experimentação. O fundamento essencial dessa área é o amplo universo de investigação neurocientífica das emoções humanas. Dito de outra maneira, ocupa-se de entender como os seres humanos reagem, no nível emocional e cognitivo, à forma com que os espaços interiores – residenciais e comerciais, individuais e coletivos – são organizados. A partir disso, a Psicologia do Design de interiores visa contribuir para que os lares e estabelecimentos comerciais sejam espaços promotores de bem-estar e qualidade de vida. Não se pode confundir a Psicologia do Design de interiores com a Ergonomia. Enquanto a Ergonomia volta-se para a criação de ambientes funcionais, a Psicologia do Design de interiores tem a árdua tarefa de tentar criar ambientes mais felizes, espaços que priorizem as emoções e as vivências positivas. Continue lendo »

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Era Uma Vez…

Imagem: “Alice” por Arthur Rackhan

Por Angelita Corrêa Scardua

Você já desejou alguma vez viver sem sofrimento, dor, frustração, medo…? A maioria de nós, em algum momento da vida, pensou em como seria bom ‘passar por aqui’ sem ter que vivenciar expe


riências que geram angustia, tristeza e/ou ansiedade, ou seja, viver um Conto de Fadas! Ou, ainda, melhor, o final de um! Isso ocorre principalmente quando atravessamos um período difícil.

Há dois problemas aqui: O primeiro é que uma vida sem experiências negativas é uma impossibilidade; e segundo, é uma ilusão, ou um mal entendido, acreditar que Contos de Fadas não falam de sofrimento. Continue lendo »

Entrevista – Angelita Corrêa Scardua: Psicóloga da Felicidade

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“A felicidade está nas coisas simples da vida.”

Náira Malze – Jornal A Gazeta: Dezembro de 2007

Psicóloga diz que a felicidade está no auto conhecimento e na maneira como nos relacionamos com o mundo.

A felicidade, sempre desejada e cantada em verso e prosa, é mais do que um objetivo na vida da psicóloga Angelita Corrêa Scardua. É o tema sobre o qual ela faz pesquisas, seguindo a linha da psicologia positiva – não por acaso chamada também de “Ciência da Felicidade”. Nesses estudos, Angelita chegou a várias conclusões. Uma delas é de que o brasileiro não é tão feliz quanto se imagina. Outra é que a felicidade depende mais das relações que estabelecemos e menos do quanto temos na conta bancária para gastar. Continue lendo »

Sem Medo de Alcançar a Cobiçada Felicidade

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Por Adriane Rachel Behar e Maria Carolina Maia
Revista da Hora, Jornal Agora/SP: 17/10/2004

Remédios para emagrecer, carro do ano, livros de auto-ajuda. Nunca se viu tanta promessa de felicidade nas prateleiras. E nunca se vendeu tanta ilusão de uma vida feliz como nos dias de hoje. Mas, contraditoriamente, obter um produto da indústria da alegria não representa assegurar a felicidade. É o que atestam os pesquisadores,que cada vez mais se debruçam sobre o tema para entender o que provoca e como é possível atingir a cobiçada felicidade. Continue lendo »

Você Merece Ser Feliz

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Existe fórmula para a felicidade? Não, mas a Psicologia Positiva ensina o caminho para se chegar a ela. Saiba como!

Reportagem – Dani Costa

Caderno Leve a Vida – Jornal A gazeta: 02/01/2005

Muito se fala sobre felicidade. Ela costuma ser abordada por idosos, adultos,jovens e crianças. É discutida na TV, nos jornais, nas revistas. Por julgarmos que ela é essencial para a vida, medimos nossas ações no quanto poderemos ser felizes com as conseqüências dela, ou interpretamos os acontecimentos da vida sob a perspectiva do “estar feliz”. Mesmo quem não se considera feliz, sabe a importância da felicidade e preza por ela. No fundo, a maioria das pessoas acredita que ser feliz é o sentimento básico para se sentir vivo. Caso contrário, não haveria sentido. Continue lendo »

Dê sua resposta à vida

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Carol Scolforo

Sangue de barata, inexpressividade, inércia mórbida e falta de vontade de sentir a vida pulsar. Some todos esses ingredientes, cozinhe em banho maria e pronto. Está aí um apático dos bons. Ou melhor, dos ruins: o comportamento não expressa nem tristeza, nem alegria. Se trata, na verdade, de uma anestesia perante a vida.

Na verdade, é preciso recorrer ao latim para entender o que a apatia realmente provoca: o termo deriva de pathos, que significa algo que apaixona, que toca, que liga, que afeta. Só que seu sufixo indica o contrário disso tudo. ‘É como se houvesse um descompasso entre o que a pessoa vive, e o que ela pode viver’, resume a psicóloga Angelita Corrêa Scárdua. Continue lendo »

Dinheiro e Felicidade

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Abdo Filho – afilho@redegazeta.com.br

Nem pão-duro nem gastador: equilíbrio é o que traz bem-estar

Dinheiro traz ou não traz felicidade? O assunto, controverso, é tema recorrente de debates entre especialistas. Alguns estudos mostram que sim, o dinheiro traz felicidade. Já outros dizem que não. É bom que se diga que, nas duas pontas da discussão, estão estudos feitos e divulgados por instituições e publicações respeitadas. Para os pesquisadores da University of British Columbia (UBC) e da Harvard Business School, por exemplo, o dinheiro pode não comprar amor, mas pode comprar felicidade.O segredo é: você tem de gastá-lo com outra pessoa. De acordo com o estudo, pessoas que gastam bastante com presentes para outros e fazemdo ações para caridade são mais felizes. Continue lendo »