Diferenças Entre o Cérebro Feminino e o Cérebro Masculino

Você pensa como homem ou como mulher?

Cadê seu órgão sexual? Não, não aquele. A resposta pode estar mais em cima, no cérebro. Assim como homens e mulheres são visualmente diferentes, suas estruturas cerebrais também têm peculiaridades próprias. Cada um dos sexos tende a usar o cérebro de modos distintos para, por exemplo, achar caminhos no trânsito, desengavetar lembranças, trocar idéias com amigos ou fazer compras.

As diferenças entre o cérebro masculino e o feminino são, ao lado de fatores culturais, responsáveis por aptidões mais tipicamente masculinas ou femininas. É o que acreditam pesquisadores como o psicólogo Simon Baron-Cohen, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido e o neurologista Matthias Riepe, da Universidade de Ulm, Alemanha. Continue lendo »

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A Psicanálise e o Feminino

A observação das mulheres histéricas, entrincheiradas na repressão do século XIX, permitiu a Freud as primeiras formulações teóricas da corrente psicanalítica que percorreu as décadas, chegando à análise do feminismo na era pós-moderna

*Por Maria Helena R. Junqueira

Freud teve importância fundamental no processo de retirada da histeria do registro médico, ao inscrevê-la como sintoma psíquico com um sentido a ser decifrado. Continue lendo »

Minha Irmã é Uma Sereia

*Por Zoe de Camaris

Lealdade. Palavra desconhecida entre as mulheres? Dizem que sim, parece até existir um consenso quanto à falta de irmandade feminina. Pergunte a um homem e a resposta não raro, será: – São competitivas, cheias de artimanhas, não gostam umas das outras. Milhares de mulheres afirmariam o mesmo.

(…) (…) (…) (…)

Se estamos falando da falta de lealdade feminina é possível pressupor então que exista uma maior lealdade entre os homens. Parece que eles resolvem as pendências de uma forma mais direta. Na maior partes das vezes sim, embora também tenhamos exemplos contrários. A deslealdade existe nos dois sexos, é humana. Continue lendo »

A Lua e a Consciência Matriarcal

*Por Erich Neumann

Na historia dos primórdios da consciência podemos discernir fases sucessivas do envoltório inconsciente(…). No decorrer desse desenvolvimento, que conduz a liberação da ascendência do inconsciente, o consciente é simbolicamente masculino, enquanto o inconsciente, na medida em que se opõe a emancipação do ego, é feminino, como aprendemos na mitologia e no simbolismo do inconsciente coletivo.

A fase em que a consciência de ego é ainda infantil, isto é, depende da relação com o inconsciente, é representada no mito pelo arquétipo da Grande Mãe. A constelação dessa situação psíquica, assim como suas formas de expressão e projeção, foi por nós chamada de “ matriarcado” e, em contraposição, falaremos da tendência do ego de se libertar do inconsciente e dominá-lo como a “ênfase patriarcal” no desenvolvimento da consciência. Continue lendo »

Eva e Lilith: A Primeira Mulher

*Por Ester Zuzo de Jesus

Destacam-se as características de Eva e de Lilith, a fim de aproximá-las como mito da primeira mulher. Eva, do hebraico, “vivente” ou “a que dá vida”, é a primeira mulher, esposa de Adão e mãe dos viventes. Eva “foi feita (literalmente formada) por Deus a partir de uma das costelas de Adão” (PFEIFFER et alii, 2007, p. 711).

Sua criação está ligada à criação do homem. No texto bíblico hebraico-cristão, está descrita a criação do homem e da mulher à imagem e à semelhança de Deus, após a criação da terra, plantas e animais, no capítulo primeiro. Essa é considerada a verdadeira criação, ex nihilo, do nada, por meio da fala. Assim, “… Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.’ […] E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus ele o criou; e os criou homem e mulher.” (Gen 1:26-27). Continue lendo »

O Imaginário Feminino da Divindade Como Caminho de Empoderamento das Mulheres

*Por Ana Luisa Alves Cordeiro

O presente artigo quer refletir a contribuição que a reconstrução da memória da Deusa tem para o universo das mulheres enquanto empoderamento e significação da vida, e como o imaginário feminino da divindade pode influenciar em relações de gênero mais recíprocas, partilhadas e igualitárias. A complexidade da vida humana evoca a utilização de uma vasta simbologia, de uma linguagem capaz de comunicar aquilo que muitas vezes não é exprimível por palavras. Etimologicamente a palavra “símbolo” vem do grego sym-ballo que significa reunir. Desta forma, o termo “símbolo” relaciona-se “à união de duas coisas” (CROATTO, 2001, p.84) tentando expressar aquilo que não é objetivável. A linguagem simbólica torna a humanidade possível à medida que dá significado à vida e às coisas, à medida que é expressão dos sonhos, da poesia, do amor, da arte e, principalmente, da experiência religiosa. Continue lendo »

A Psicologia Feminina e o Caráter de Integração

*Por Rejane Maria Gomes Leite Natel e **Anyara Menezes Lasheras

Alguns autores Junguianos, promovem uma reflexão sobre a mitologia feminina e suas representações arquetípicas , bem como a necessidade da integração desses mitos e arquétipos em nossos padrões de comportamento atuais. Através dessa reflexão, podemos observar várias disfunções femininas, que segundo os autores, deu-se ao longo da história da humanidade, calcadas em um poderio masculino, tendo submetido o caráter feminino a uma subestimação que nos afasta do primeiro universo a que o homem tem contato após ser gerado: o feminino. Continue lendo »