Psicologia do Design de Interiores: O que faz de uma casa um lar?

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Primeiramente, podemos pensar na moradia como parte de duas de nossas necessidades básicas: proteção e segurança. De um lar, contudo, espera-se mais do que a função de simples abrigo. Nós temos a expectativa, consciente ou inconsciente, de que a casa que habitamos nos ofereça conforto, paz, estabilidade e, principalmente, nos ajude a ter mais felicidade. Mas como transformar cimento, tijolos, telhas, tinta, etc., num espaço que possa nutrir nossos corpos, corações e mentes? Continue lendo »

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A Experiência Religiosa e a Vivência da Felicidade

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Por Angelita Corrêa Scardua

Quando recorremos à psicologia para tentarmos explicar a experiência humana como um fenômeno integral – isto é, interpretar a condição humana como uma confluência de eventos subjetivos e objetivos – é possível pensar que os recursos psicológicos que desenvolvemos para nos adaptarmos ao mundo externo são, em parte, resultado da projeção de conteúdos internos da nossa psiquê. Continue lendo »

A Religiosidade e o Desenvolvimento Humano

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Angelita Corrêa Scardua

Há muitas diferenças na forma como pessoas de diversas faixas etárias lidam com a religiosidade.

Segundo Mauro Martins Amatuzzi(2000), podemos entender o desenvolvimento religioso relacionando-o com as fases do desenvolvimento pessoal. Assim, de forma simplificada, para a criança a questão religiosa só existe no núcleo familiar, sendo que a religião da família começa a ser apropriada através de símbolos (imagens sintéticas) que resumem seu significado. Continue lendo »

Casamento, Desenvolvimento Adulto e Felicidade

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Ilustração: Midlife Crisis by Ellen Rixford

Por Angelita Scárdua

Todos somos influenciados, quer gostemos ou não, pelos desígnios socioculturais do momento histórico no qual nos encontramos. Fomentadas pelas particularidades de cada época, as predisposições coletivas em relação a aspectos essenciais da experiência humana – como o sexo, o poder, a democracia, a beleza, o casamento, a virtude e muitas outras – adquirem um caráter incontestável. É assim que um conjunto de valores e idéias tendem a ser aceitos pela maioria como sendo verdades naturais, e indissociáveis, da condição humana. Continue lendo »

As Três Graças – Deusas da Felicidade

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Por Angelita Corrêa Scardua


Na Mitologia Grega, as Graças são conhecidas como as “Deusas da Felicidade”. Elas são representadas por três mulheres: Aglaia/Abigail, Euphrosyna e Thalia. Cada uma delas personifica, respectivamente, o esplendor, a alegria, o desabrochar.


Na Teogonia de Hesiodo, o poeta grego, ele sustenta que as Graças eram filhas de Zeus, o deus dos deuses, e de Eurynome, uma ninfa do mar filha do próprio Oceano. Hesíodo descreveu as Cárites – o outro nome das Graças, que vem do grego Chari – como jovens de belas faces, senhoras da fertilidade, do encantamento, da beleza e da amizade. Continue lendo »

Pílula da Felicidade?

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Angelita Corrêa Scárdua


O que torna alguém feliz? É possível ser feliz 24hs por dia? Ser feliz é o mesmo que ser alegre? A felicidade exclui experiências negativas? Alguns psicólogos esforçam-se por tentar responder a essas e a muitas outras perguntas, e eu me incluo entre eles. Pouco sabemos sobre a felicidade, ao contrário, durante muito tempo, era muito mais fácil encontrarmos em abundância páginas e páginas de estudos sobre a infelicidade, a dor, a tristeza, e todo tipo de experiência que consideramos ser responsável pela infelicidade. Continue lendo »

Trabalho e Felicidade

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Diná Sanchonete

Angelita Scárdua, Psicóloga: ‘Não dá para ter felicidade se a pessoa não for feliz no trabalho’

A Psicologia junguiana, na sua abordagem da personalidade e do desenvolvimento humano, trabalha com a idéia de Vocação. Segundo a psicóloga Angelita Scardua, as pessoas precisam ser capazes de parar, e ouvir, o chamado da própria vocação na hora de decidir que carreira seguir. Mais ainda, se a decisão implica mudanças de rumo, a confiança na própria escolha precisa estar em alta. Afinal, na hora de encarar uma mudança, é importante que se esteja pronto para o descrédito e a crítica de amigos e familiares. “É mais do que comum que os outros taxem àquele que está mudando de louco! Acontece que, se uma pessoa está envolvida com um trabalho que não lhe permite realizar suas potencialidades – sejam elas intelectuais, emocionais ou mesmo físicas– a realização profissional se torna praticamente impossível. Não dá para ter felicidade se não for feliz no trabalho’, disse. Continue lendo »